Wednesday, September 16, 2009
Agora sim TARANTINO!
Ai que lindão! Até parece um blog à séria...
Monday, September 14, 2009
Sex and the City forever!

Só as lágrimas do cancro da Samantha, o amor da Miranda, o bebé da Charlotte e o romântico reencontro da Carrie. Vejo e revejo e não consigo acreditar no que vejo... Foi nesta altura que as séries de televisão se elevaram ao estatuto de cinema!
Não dá para acreditar nos planos pensados ao pormenor e é verdade que a moda ajuda, mas não podia ser de outra forma! É uma série de mulheres, para mulheres e que os homens sempre que vêem não conseguem não adorar.
Os dois últimos episódios da temporada 6 (Un american in Paris - Part Une et Part Deux) são algo de surrealmente bem filmado, com uma luz a iluminar Paris no Inverno, como é raro ver-se a cidade da luz...

E sim, Sarah Jessica Parker não desilude, com todas as suas camadas de interpretação que a leva de menina indefesa all dressed up and nowhere to go até à mulher forte que decide terminar uma relação afastada de todas as bases de apoio que possui, sozinha em Paris!

E, desculpem referir outra vez, mas o guarda-roupa... oh meu Deus! Que coisas maravilhosas que esta senhora veste!
Continuem a fazer filmes meninas, nós aqui estaremos para os ver e chorar com as vossas vidas, tantas vezes semelhantes às nossas!
Thursday, September 10, 2009
Tarantino's mind
http://www.youtube.com/watch?v=op4byt-DtsI
Wednesday, September 9, 2009
A antecipação!

Só para que percebam o motivo da minha excitação...
1. Um dos meus romances preferidos de todos os tempos é a Alice no País das Maravilhas, porque me ensinou a ler, ou seja, me ensinou a mergulhar no maravilhoso mundo da imaginação!
2. O Tim Burton é um dos meus realizadores preferidos e o preferido no que diz respeito à criação de mundos alternativos.
3. O Johnny Depp não é o melhor actor de todos os tempos, mas é, sem dúvida, o melhor da sua geração e ainda se vai tornar um Brando... que é sem dúvida o melhor, o incomparável!
Monday, August 31, 2009
Monday, June 23, 2008
Scoop - Oops!

Vamos pôr de lado os actores que, neste caso, os dois principais sabemos que são geniais e Hugh Jackman, coitadinho, perde-se por ali, apesar de ser um regalo para a vista e do seu sotaque ser, no minímo, apetitoso!

Um grande oops é o que eu sinto ao longo do filme todo. Oops pela premissa: um fantasma que volta dos mortos para apresentar o último grande scoop, que ainda por cima se revela falso... OOPS! Parece-me tudo muito rebuscado, sim ao estilo de Woody Allen, mas rebuscado demais. Nem a morte parece muito autêntica, já vi mortes bem mais autênticas e até em filmes do Allen. Uma morte que não se mexe, não se irrita nem manda um coice ao jornalista quando ele a tenta subornar... E ele a atirar-se do barco para voltar atrás... rebuscado, rebuscado, rebuscado!
Quanto a tudo o resto... bem, apesar de tudo ter imensa piada e de eu me rir internamente de todos as piadas subtis e descaradas que o filme tem, não é uma novidade no argumento, nem nos planos usados nem em nada.

O melhor do filme: Scarlett Johansson a recorrer à sua veia cómica para desempenhar o papel de uma aspirante a jornalista, desajeitada, disposta a tudo para conseguir uma grande história, mas que deixa sempre os seus sentimentos interferirem nas suas descobertas. Gosto principalmente de Scarlett a tentar passar por cima de todos os disparates e gaffes que Allen vai cometendo e que nos vão deliciando!
Monday, February 11, 2008
Like a puppet on a string…
Antes de mais quero dizer que Brad Pitt nasceu para fazer este papel. Os maneirismos, a violência e raiva contidas que são demonstradas através dos seus olhares, dos seus movimentos, das suas atitudes são perfeitas, são tudo aquilo que sempre lemos acerca de Jesse James!
O filme é longo, bem filmado, aparentemente calmo como as paisagens que retrata em longas panorâmicas belíssimas, que nos revelam, certamente, os últimos pedaços do vasto Oeste americano, mas contrastam com a tempestade interior das personagens. Tal como a paisagem, também esta só se adivinha por pequenas pistas que nos são dadas por olhares, gestos e maneirismos. Os close-ups estão lá para nos dar essas pistas. A dualidade panorâmica – close-up e calma-raiva são uma constante ao longo do filme, que não chega, no entanto, para prender a atenção durante 3 longas horas… Todos sabemos o desfecho do filme, o que faz com que este perca ainda mais o interesse.
No entanto, a mim interessa-me esta imagem de Western desencantado. Sou sincera: sou das pessoas menos fãs daqueles Westerns à John Wayne e não lembro o Bonanza com carinho… Acho que há facetas do Oeste americano dos tempos das aventuras muito mais interessantes para relatar ou as formas de narrativa é que nunca foram escolhidas duma maneira que me apelasse. Este é um filme, porém, que me interessava e gostei muito da história. Apesar de já ter lido bastante informação sobre Jesse James e a forma como este foi assassinado vê-la é sempre diferente. E este é um filme onde a Lei substitui a Aventura, onde a brutalidade do Oeste é mostrada como ela era: cruel, sem remorsos.

O argumento é fantástico. Robert Ford é like a puppet on a string, sendo Jesse James o marionetista mais perfeito e discreto que existe, ao ponto de Ford acreditar que é um herói, mas apenas é o instrumento que James usa para se tornar imortal, para morrer quando a sua carreira ainda estava no auge e ele ainda era temido por todos.